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NÓS USAMOS PONTO RISCADO?

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VOCÊS USAM PONTO RISCADO? Sim. E não. Depende do que você tá chamando de ponto riscado. Se você tá pensando nos pontos tradicionais da Umbanda, com traços específicos pra cada entidade, a resposta é: não. Aqui não tem entidade, então não tem ponto de entidade. Mas se você entende ponto riscado como uma linguagem gráfica de poder, um símbolo traçado pra ativar arquétipos, ancorar intenções e acessar estados alterados de consciência… então sim, usamos. No Nosso Templo, a gente risca símbolos no chão como quem programa um sistema. Cada traço, forma ou posição tem função. Assim como os yantras no hinduísmo, os sigilos na goetia ou os diagramas da geometria sagrada, o ponto é uma linguagem mágicka. O símbolo não invoca espírito, não se você não quiser. Ele ativa você. Não usamos ponto pra chamar ninguém. Usamos pra te conectar com o que você já é — mas ainda não acessou. Quer ver isso sendo usado com consciência, técnica e sem misticismo barato? 📍 São Paulo – Rua Andaraí, 463, Vila Maria ...

POR QUE USAMOS TANTOS SIMBOLOS?

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POR QUE USAMOS TANTOS SÍMBOLOS? Porque funciona. Simples assim. A mente humana responde a símbolos muito antes de entender palavras. Desde a infância, a gente aprende o mundo por meio de formas, imagens, sinais. E na magia (com CK), isso não é diferente: símbolo é ferramenta . Não é enfeite, não é superstição. É linguagem do inconsciente. No Nosso Templo, usamos sigilos, pontos riscados, selos, desenhos no chão... porque cada um desses elementos fala direto com uma parte sua que não passa pelo filtro racional . O símbolo ativa. Desbloqueia. Acorda algo em você que não acorda com textão. Não importa se é um pentagrama, um ponto de umbanda, um selo enochiano ou uma estrela desenhada no caderno da escola. O que importa é o significado que ele carrega pra quem está operando . É com isso que trabalhamos: com o que mexe em você. Aqui, símbolo não é misticismo. É mecanismo. Quer sentir isso funcionando, na prática? 📍 São Paulo – Rua Andaraí, 463, Vila Maria 🕖 Quartas-feiras, a par...

ASSUNÇÃO ARQUETÍPICA NÃO É POSSESSÃO

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  ASSUNÇÃO ARQUETÍPICA NÃO É POSSESSÃO A gente sabe: quem vê de fora, vê alguém com voz diferente, postura mudada, dizendo coisas que nem parece que sabia. A primeira reação é: “Isso aí é incorporação de espírito!” Mas não. O que você está vendo se chama Assunção Arquetípica — e não tem nada a ver com mediunidade ou possessão. Aqui no Nosso Templo, não damos passagem pra entidades. Damos espaço interno pra que partes nossas, representadas por arquétipos, se manifestem. Não é uma consciência externa tomando o controle. É você explorando outras camadas da sua própria psique. É técnica, não transe religioso. É método, não devoção. É controle, não entrega. A Assunção Arquetípica é um jeito consciente de trabalhar forças internas. O magista não “recebe” ninguém: ele assume . Como um ator que incorpora um papel pra acessar uma emoção, só que aqui o palco é a alma — e o roteiro é mágicko. Quer ver isso acontecendo, ao vivo, sem mistério e com muito conhecimento? 📍 São Paulo – R...

POR QUE SOMOS MAGISTAS E NÃO MÉDIUNS?

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A pergunta aparece direto: “Mas vocês não estão incorporando? Isso não é mediunidade?” E a resposta é direta: não. Aqui, ninguém tá sendo “tomade” por uma entidade. Ninguém dá passagem pra espírito. O que fazemos é Assunção Arquetípica — e isso muda tudo. Médiuns são, por definição, intermediáries. A comunicação vem de fora pra dentro. Alguém “passa” uma mensagem, uma energia ou uma consciência. Magistas, por outro lado, são operadores. Trabalham de dentro pra fora. A consciência é induzida, moldada, evocada com método. O magista não recebe nada. Ele acessa uma parte de si, assume um papel, um arquétipo, e manipula a realidade a partir disso. É por isso que nossos atendimentos não dependem de fé, de crença em guias, santos ou espíritos. A magia funciona porque você opera. Porque você entende o que está fazendo e domina a ferramenta. É ciência da consciência. Não é mediunidade, é treino mental, emocional e energético. No Nosso Templo, quem faz a magia é você. E se quiser enten...

VIOLÕES E GUITARRAS NA PAREDE. POR QUE?

  Quem entra no Nosso Templo pela primeira vez ou vê de longe nossos vídeos, costuma estranhar. Tem tambor, teclado, guitarra, instrumentos de percussão (sim, temos atabaque!!), gente tocando ao vivo musicas estranhas no meio do rito. E a pergunta vem: “isso é um show das winx?” Não. E também não é louvor, nem ponto cantado. (Mas poderia ser!) A estranheza vem de quem entra em nosso perfil, associar-nos à religião. Consequentemente, esperam batuques e vocês fortes, falando dos guias de religiões afro. Surpresa: nossos músicos não são umbandistas, e ainda que fossem, isso é totalmente irrelevante. Não somos religião. Não somos umbanda. Não somos candomblé. Desculpa a decepçao. Se você realmente esperava encontrar isso, aqui, você não vai. Aqui, gostamos de musica e ela é essencial pro que fazemos. Música é gatilho. A música, aqui, é usada de forma consciente como ferramenta de alteração de estado de consciência. Gnose. Não é estética — é função. (E estética tambem, vai. Olha como fi...

QUAL A IMPORTANCIA DO RITO?

  Tem gente que acha que rito é só coisa de mago. Acender vela, traçar círculo, chamar entidade, repetir palavras estranhas... Mas o que pouca gente percebe é que você já vive cercado de rituais. Você só chama eles de outro nome: hábito. Acordar e olhar o celular é um rito. Falar “amém” sem pensar é um rito. Se sentir culpado quando algo dá errado também é. O jeito que você escova os dentes, o café do mesmo jeito todo dia, a frase que você sempre repete antes de tomar uma decisão… tudo isso são pequenos ritos. Porque o rito não é sobre o objeto que você usa. É sobre o padrão mental que ele ativa. É uma estrutura que se repete e, com o tempo, molda a forma como você percebe o mundo – e como o mundo responde a você. A diferença é que o mago faz isso de propósito. Ele escolhe quais ritos vão orientar a realidade dele. Ele desenha o comportamento com intenção. Ele cria um ritual pra lembrar quem ele é, o que quer e por que faz o que faz. Enquanto isso, a maioria das pessoas repete ritu...

O MANTO DO MAGO

  O tal do manto do mago... precisa mesmo ou é só cosplay? Se você acha que manto é só firula de quem viu Harry Potter demais, senta aqui que vamos conversar. No Nosso Templo, ninguém usa o manto pra fazer cosplay de druida das cavernas. A gente já fez magia de bermuda, chinelo e camiseta do Bob Esponja. E funcionou. Porque o que faz a magia funcionar não é a roupa – é a mente treinada. MAS... com o tempo, entendendo o que acontece por trás das práticas, você saca que o manto tem um papel real e importante. Não porque é mágico. Mas porque vira um código pro cérebro. É tipo o jaleco do médico, o terno do pastor, o uniforme da jogadora entrando em campo. A roupa cria um estado de exceção. Avisa: “agora não sou eu no modo normal. Agora eu tô em modo canal.” E isso tem um efeito cabuloso. O simples ato de vestir o manto já começa a te levar pra gnose. Ele vira um gatilho. Um ritual dentro do ritual. Então sim: quem usa manto no Nosso Templo é quem já passou pela iniciação, já entendeu ...